terça-feira, 14 de julho de 2015

O TERRITÓRIO DOS ENCANTADOS - ALDEIA DE AMINAN NO RIO ARAPIUNS - Fotos de Solange Gayoso



ESPELHO FLUVIAL

REGISTRO EFETUADO POR Solange Gayoso da Costa, POR OCASIÃO DE SUA VIAGEM, JUNTAMENTE COM OS PESQUISADORES DA CARTOGRAFIA SOCIAL DA AMAZÔNIA, EM UMA COMUNIDADE NO RIO 
ARAPIUNS, SANTARÉM-PARÁ - JULHO DE 2015


AS ÁGUAS DO RIO ARAPIUNS SÃO CRISTALINAS, EM RAZÃO DE NÃO CARREGAREM SEDIMENTOS, DIFERENTEMENTE DO RIO AMAZONAS, CUJAS ÁGUAS SÃO BARRENTAS.



















LOCALIZAÇÃO NO GOOGLE EARTH






















Santarém partiu.

RIO TAPAJÓS, EM FRENTE À SANTARÉM-PARÁ


FOTO RECEBIDA DE WHATSAPP, NO FINAL DESTA QUARTA (08/07), DA PROFª., MESTRA, DOUTORA E PESQUISADORA Solange Gayoso Costa, NO MOMENTO DA PARTIDA DOS PESQUISADORES PARA MAIS UM TRABALHO DA NOVA CARTOGRAFIA SOCIAL DA AMAZÔNIA.





  













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RIO TAPAJÓS, EM FRENTE À SANTARÉM-PARÁ
FOTO RECEBIDA DE WHATSAPP, NO FINAL DESTA QUARTA (08/07), DA PROFª., MESTRA, DOUTORA E PESQUISADORA Solange Gayoso Costa, NO MOMENTO DA PARTIDA DOS PESQUISADORES PARA MAIS UM TRABALHO DA NOVA CARTOGRAFIA SOCIAL DA AMAZÔNIA.




Aurelino Santos Jr atualizou a foto da capa dele.
ESPELHO FLUVIAL
REGISTRO EFETUADO POR Solange Gayoso Costa, POR OCASIÃO DE SUA VIAGEM, JUNTAMENTE COM OS PESQUISADORES DA CARTOGRAFIA SOCIAL DA AMAZÔNIA, EM UMA COMUNIDADE NO RIO ARAPIUNS, SANTARÉM-PARÁ - JULHO DE 2015
AS ÁGUAS DO RIO ARAPIUNS SÃO CRISTALINAS, EM RAZÃO DE NÃO CARREGAREM SEDIMENTOS, DIFERENTEMENTE DO RIO AMAZONAS, CUJAS ÁGUAS SÃO BARRENTAS.


Solange Gayoso:


http://ppgss.ufpa.br/index.php/corpo-docente/214-profo-dro-solange-maria-gayoso-da-costa


Vídeo relacionado:    TERRA DOS ENCANTADOS




segunda-feira, 13 de julho de 2015

REPUBLICAE PERICLITANTUR - PRAETERITO SEMPER PRAESENS


https://en.wikipedia.org/wiki/Julius_Caesar#/media/File:Karl_Theodor_von_Piloty_Murder_of_Caesar_1865.jpg



PRAETERITO SEMPER PRAESENS

O PODER, AS DISPUTAS EM UMA NAÇÃO REPUBLICANA PRESTES A CUMPRIR O SEU DESTINO DE IMPÉRIO MUNDIAL.
AS VICISSITUDES, AS INIQUIDADES, AS INTRIGAS, INVERDADES E CONFLITOS DISSIMULADOS OU NÃO.
PASSA O TEMPO, MUDAM OS CENÁRIOS, MAS O SER HUMANO EM SUA NATUREZA PARECE IMUTÁVEL. OLHEMOS AS GRANDES LIÇÕES DA HISTÓRIA.

REGISTRO DE TEMPO: 44 A.C.
SENADO DA REPÚBLICA ROMANA

- CONLOQUIUM

CAIUS JULIOS CAESAR: " Antes de partir para a Síria pretendo editar um decreto, um novo conjunto de leis que redistribuirá as terras dos poucos abastados para quem realmente pertence, o povo de Roma."

SENATORIUM ROMANO: " Claro que o Senado pretende fazer um vigoroso debate sobre o assunto."

CAIUS JULIOS CAESAR: "Ótimo, então minhas reformas começarão pelo Senado, pois precisam dos velhos amigos para acontecer."
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POSTERIUS IN CURIA
" Roma é o Senado, não o povo, o Senado é a República."

44 A.C. - Julios Caesar mortus est.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

MEMÓRIAS ESPECIAIS: FAHRENHEIT CLUBE - 1967

      O Fahrenheit Clube nasceu nos meados do ano de 1967, idealizado por um grupo de jovens que se reunia numa residência na Vila dos Bancários - Bairro do Telégrafo, em Belém-Pa.

     Naquele ano, no final de julho, um grave acidente de transito vitimara os donos da residência, deixando em estado desesperador um rapaz de 14 anos: Antônio Sobreira de Araújo Júnior que após uma cirurgia delicadíssima, teve que enfrentar um longo período de convalescença.

       Aquele acidente, no entanto, serviu para reunir em sucessivas noites, ao redor do convalescente, um grupo de jovens.   Surgiu, então, a ideia da fundação de um clube informal que teria como objetivo o bate-papo cultural entre poesia, música e naturalmente muita diversão, com a realização das chamadas tertúlias dançantes, aos sábados.

         A lista de sócios originários era composta pelos seguintes jovens:

Suely Santos de Araújo(Suzi);

Antônio Sobreira de Araújo Júnior (Kiko, Gorky, Toninho);

Paulo Roberto Santos de Araújo ( Paulinho, Paco, Paquera);

Carlos do Nascimento Pastana (Carlinhos, Gavião, Chaulo);

Mary do Nascimento Pastana ( Meiroca);

Maria Regina Brabo dos Santos (Regina, Maria Buzina);

Aurelino Sousa dos Santos Júnior (Aurelinozinho, Júnior, Solar, Movido à Pilha) ;


         Posteriormente ingressaram no clube a jovem Marly.............Heitor.................., assim como o frequentavam, também, o Carlos Henry (violão) e  outros da vizinhança. 

          Com a entrada dos irmãos Marly e Heitor, as tertúlias dos sábados à noite passaram a ser realizadas na  residência da Dona Palmira (Mãe), local que logo foi, carinhosamente, cognominado de Palmirão

          Como reminiscências daquele curto período, temos o poema “O Vento na Janela

         O citado poema foi elaborado em conjunto pelos sócios  Carlos do Nascimento PastanaAurelino Júnior, de uma forma interessante  curiosa e espontânea:


        Numa certa noite, no calor das freqüentes discussões sobre temas diversos, surgiu a ideia, numa brincadeira, de ser feito um poema em dupla.   No entanto, algumas regras foram estabelecidas:     Observância à rima, coerência de tema. Afora isso, a criatividade

            O poema seria elaborado de forma alternada, tendo sido colocada uma folha de papel em branco sobre a mesa:   O Carlos escreve a primeira frase:   “O Vento bate na janela e a seguir afasta-se.    O Aurelino Júnior segue até a mesa, o escrito, pensa um pouco e escreve:  Meus olhos olham sem querer   Depois o Carlos volta à mesa e escreve: “Acho que buscam uma estrela e terminando a primeira estrofe o Aurelino arremata: Talvez nem pensem em te perder.   

           A segunda estrofe segue a mesma linha e na última, após as três primeiras frases, acerta-se uma coerência das três últimas frases com o tema Olhos, Vento, Noite, ficando na íntegra assim.

Obs.   Negrito:  Carlos
            Normal:  Aurelino


                          O VENTO NA JANELA


                     O vento bate na janela
                     Meus olhos olham sem querer
                     Acho que buscam uma estrela
               Talvez nem pensem em te perder


                      Perscrutando a noite escura
                     Perecendo em teu louvor
                     Por ti, por ti augura
                     Escravo sem teu amor


                      Olhos, vento, noite
                      Não penso mais em ti
                      Um amor agora morre
                      Nos olhos que ainda correm
                      No vento que me fez mártir
                      Na noite que me fez de açoite


Carlos  Pastana                               A .   Júnior

1967 - Fahrenheit Clube  


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TANTA COISA, TANTO TEMPO

          Tanta coisa que levada pelo vento
           E mesclada na lembrança
           Que um dia me marcou
           Outras tantas que marcadas pelo tempo
           Esquecidas nas andanças
           Que a vida não guardou

           Vida, vim  rever-te nos  caminhos
           Que tracejam os rostos que a memória perdeu
           Mas que habitam as mais longínquas brumas do meu pensamento
          Como num incessante recrudescer
          Na revoada de incontáveis  ninhos
          Que o mundo guarneceu
           E ainda que num lamento
           Transformou-se no eterno renascer.


A .   Júnior

1967 - Em memória do Fahrenheit Clube


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QUEM SABE MORRENDO HOJE, TERIA UM  DIA  MELHOR  AMANHÃ

                        Suely Santos de Araújo
                   1967 - Fahrenheit Clube