sexta-feira, 8 de maio de 2015

DESTAQUE MUNDIAL PARAUARA - CIENTISTA BRASILEIRA (PARAENSE DE ÓBIDOS), RADICADA NA FRANÇA, EM MISSÃO CIENTÍFICA EMPREENDEDORA NO BRASIL EM PROJETO DE AVANÇADA TECNOLOGIA.

DEU NO VALOR ECONÔMICO - 06/05/2015http://www.valor.com.br/…/cientista-brasileira-da-airbus-va…


DESTAQUE MUNDIAL PARAUARA - CIENTISTA BRASILEIRA (PARAENSE DE ÓBIDOS), RADICADA NA FRANÇA, EM MISSÃO CIENTÍFICA EMPREENDEDORA NO BRASIL EM PROJETO DE AVANÇADA TECNOLOGIA.
ANA CRISTINA GALUCIO, DE ÓBIDOS-PA, AUTORIDADE CIENTÍFICA E UMA DAS MAIORES ESPECIALISTAS DO MUNDO EM MATERIAIS COMPÓSITOS E PRINCIPAL PESQUISADORA NA ÁREA DO AIRBUS GROUP INOVATIONS (AGI), ENGENHEIRA, 38 ANOS, PARTICIPANDO DA EQUIPE DE CIENTISTAS EM TRABALHO CONJUNTO COM A UNICAMP E PROJETO PARA DESENVOLVER NO PAÍS UMA TECNOLOGIA AVANÇADA PARA COMPONENTES DE USO AEROESPACIAL COMPLEXOS, COMO MICROPROCESSADORES, MEMÓRIAS QUE SÃO BASTANTE AFETADOS PELAS PARTÍCULAS DE ALTA ENERGIA DA ATMOSFERA.

PELA PRIMEIRA VEZ UMA UNIVERSIDADE BRASILEIRA VAI ESTABELECER UMA CÁTEDRA DIRETAMENTE COM A INDÚSTRIA.

AGORA, ANA CRISTINA TERÁ A CHANCE DE TRABALHAR PELA PRIMEIRA VEZ NO BRASIL. APÓS QUINZE ANOS NA FRANÇA, A OBIDENSE FOI ESCOLHIDA COMO PESQUISADORA ASSOCIADA PARA O PROGRAMA DE PARCERIA QUE A AIRBUS FECHOU COM A UNICAMP PARA CRIAR UMA CADEIRA INDUSTRIAL NA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA. É A PRIMEIRA VEZ QUE A AGI EMPRESTA ALGUÉM DO SEU GRUPO PARA TRABALHAR NO PAÍS, SEGUNDO INFORMAÇÕES DO DIRETOR-PRESIDENTE DO AIRBUS GROUP NO BRASIL.

NA BAGAGEM, ANA CRISTINA TRAZ A EXPERIÊNCIA DE TER TRABALHADO ATIVAMENTE EM PROGRAMAS ESTRATÉGICOS DO GRUPO AIRBUS, COMO O DESENVOLVIMENTO DE SEU MAIS NOVO E AVANÇADO JATO COMERCIAL A350, PARA ATÉ 370 PASSAGEIROS. A AERONAVE UTILIZA 54% DE COMPÓSITOS E 14% DE TITÂNIO, O QUE GARANTIU UMA REDUÇÃO DE PESO DE 20 TONELADAS, ALÉM DE DIMINUIR 40% DO CUSTO DE MANUTENÇÃO.

ANA CRISTINA É A ÚNICA BRASILEIRA E A ÚNICA MULHER, A INTEGRAR O GRUPO DE 800 PESQUISADORES DA AGI (AIRBUS GROUP INOVATION).

ALÉM DE TRABALHAR NA INDÚSTRIA AERONÁUTICA, A OBIDENSE OU "FIVELA" COMO SÃO CHAMADOS OS HABITANTES DE ÓBIDOS, TAMBÉM FOI APROVADA EM PRIMEIRO LUGAR NO CONCORRIDÍSSIMO CONCURSO NACIONAL PARA PROFESSOR UNIVERSITÁRIO NA FRANÇA.

OS PESQUISADORES BRASILEIROS, INDIVIDUALMENTE, HÁ MUITOS ANOS NÃO FICAM AQUÉM DOS DE NENHUM PAÍS DO CHAMADO "PRIMEIRO MUNDO" E NÃO RARAMENTE SE DESTACAM ENTRE ELES.

NOSSO PAÍS SÓ PRECISA CONSEGUIR EDUCAR, PELO MENOS UMA GERAÇÃO, POIS NÃO MAIS PODEMOS SIMPLESMENTE PERDER CÉREBROS E TALENTOS QUE PODERIAM FAZER UMA ENORME DIFERENÇA SE MELHORES OPORTUNIDADES TIVESSEM.

Prezados(as)
Não há dúvida, prezados(as), que o prestígio, a respeitabilidade e a referência mundial científica da pesquisadora, influenciaram sobremaneira na decisão da AIRBUS de tocar em frente esse projeto de parceria com a UNICAMP, para criação de uma inédita cátedra industrial na faculdade de engenharia.
Tal feito configura e atende às recomendações que o cientista Jean-Jacques Servan Schreiber fez durante sua breve passagem no Brasil, em dezembro de 1985, num momento especial em que nossa Nação estava no limiar de uma esperada transformação política, com o retorno à democratização e as fortes esperanças no então presidente eleito Tancredo Neves.
No entanto, os anos se passaram e, a não ser por experiências esparsas nunca houve a tão sonhada integração entre a Academia e a indústria, na dimensão e na intensidade em que ocorreu com a experiência na Carnegie-Mellon, capitaneada por Servan-Schreiber e que se espraiou por mais de dez universidades americanas, alavancando, com isso, um desenvolvimento tecnológico sem precedentes.
Espero que a iniciativa da AIRBUS seja seguida por outras empresas e que, doravante, constitua um objetivo tenaz que se espalhe por outras universidades brasileiras. Também, espero que do "Ciência sem Fronteiras" estejam saindo da "casca do ovo" muitos outros jovens talentos e que se transformem, também, em destaques e que ao conseguirem o sucesso, tal como Ana Cristina, nunca esqueçam de olhar para a sua terra natal e busquem incessantemente influenciar a realização de mais parcerias com a Academia.
Maio de 2015
LINK DA MATÉRIA: VALOR ECONÔMICO - 06/05/2015http://www.valor.com.br/…/cientista-brasileira-da-airbus-va…
  • Rosyberto Albuquerque 🏼🏼🏼
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  • José Mario Silva Orgulho de ser obidense!
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  • Aurelino Santos Jr A matéria refere que pela primeira vez uma universidade brasileira vai estabelecer uma cátedra diretamente com a indústria. No final de 1985, JEAN-JACQUES SERVAN-SCHREIBER, então presidente do Centro Mundial de Cultura Informática e do Comitê Internacional da Universidade Carnegie-Mellon, Pitsburg, EUA, esteve no Brasil ministrando palestras em São Paulo, Recife, Salvador e Brasília, como convidado pela Rhodia e Exame, no encontro "Ano 2000 - O Desafio Brasileiro". Servan-Schreiber foi responsável por uma revolução na aproximação entre as universidades americanas e os empreendimentos industriais, o que possibilitou uma fantástica alavancagem em muitos setores. Em sua palestra ele recomenda como inadiável essa aproximação da Academia com o mundo industrial para o desenvolvimento brasileiro. Link sobre o assunto:http://aurelinojr.blogspot.com.br/.../o-desafio...
  • Aurelino Santos Jr "...O verdadeiro problema são os milhões de jovens que vocês formam ou deixam de formar todos os anos. Os projetos espetaculares como Carajás e Itaipú não terão valor a não ser que os jovens sejam primeiramente educados e os homens formados. Eu não falo somente da educação escolar, mas da educação permanente, que não pára, e que é exatamente a que permite a revolução científica que estamos vivendo. ...." JEAN-JACQUES SERVAN-SCHREIBER, DEZ 1985
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  • Aurelino Santos Jr "O DESAFIO BRASILEIRO - J.J. SERVAN-SCHREIBER - 25 DEZ 1985 - REVISTA EXAME
    JEAN-JACQUES SERVAN-SCHREIBER esteve no Brasil, em dezembro de 1985, ministrando palestras em São Paulo, Recife, Salvador e Brasília, como convidado pela Rhodia e Exame, no enc
    ontro "Ano 2000 - O Desafio Brasileiro".

    À época, concedeu à Revista Exame, de 25/12/1985, entrevista com o título: ANO 2000 - 0 DESAFIO BRASILEIRO, na qual discorre sobre as oportunidades que Brasil teria se investisse pesadamente no aproveitamento dos recursos informatizados, não somente na educação do jovens, mas também na formação do adultos.

    * Excertos da entrevista:

    "...O verdadeiro problema são os milhões de jovens que vocês formam ou deixam de formar todos os anos. Os projetos espetaculares como Carajás e Itaipú não terão valor a não ser que os jovens sejam primeiramente educados e os homens formados. Eu não falo somente da educação escolar, mas da educação permanente, que não pára, e que é exatamente a que permite a revolução científica que estamos vivendo. ...."


    Tem razão, Servan-Schreiber, ao se referir à formação, além da educação, que ao meu ver supera a noção de especialização, que se aproxima muito mais do conceito de adestramento, para alcançar uma essência próxima à lapidação humana, na qual o que mais se aproxima é o conceito configurado no termo alemão "Bildung".

    O investimento mais rentável é o que se destina ao ser humano, que deve ser a razão de ser de tudo. Somente assim construiremos uma grande nação.

    Aurelino Santos Jr.
    Belém-Pará Brasil
    aurelino.jr@gmail.com"
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  • Helena Lopes Daltro Pontual Que legal. Orgulho.
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  • Dolores Coelho Bom dia, Ana Luiza Couto. Olha o povo de Óbidos aí!!
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  • Aurelino Santos Jr Não há dúvida, prezados(as), que o prestígio, a respeitabilidade e a referência mundial científica da pesquisadora, influenciaram sobremaneira na decisão da AIRBUS de tocar em frente esse projeto de parceria com a UNICAMP, para criação de uma inédita cátedra industrial na faculdade de engenharia.                                                                                                                                         

    Tal feito configura e atende às recomendações que o cientista Jean-Jacques Servan Schreiber fez durante sua breve passagem no Brasil, em dezembro de 1985, num momento especial em que nossa Nação estava no limiar de uma esperada transformação política, com o retorno à democratização e as fortes esperanças no então presidente eleito Tancredo Neves.                                                                                    

    No entanto, os anos se passaram e, a não ser por experiências esparsas nunca houve a tão sonhada integração entre a Academia e a indústria, na dimensão e na intensidade em que ocorreu com a experiência na Carnegie-Mellon, capitaneada por Servan-Schreiber e que se espraiou por mais de dez universidades americanas, alavancando, com isso, um desenvolvimento tecnológico sem precedentes.                           
    Espero que a iniciativa da AIRBUS seja seguida por outras empresas e que, doravante, constitua um objetivo tenaz que se espalhe por outras universidades brasileiras. Também, espero que do "Ciência sem Fronteiras" estejam saindo da "casca do ovo" muitos outros jovens talentos e que se transformem, também, em destaques e que ao conseguirem o sucesso, tal como Ana Cristina, nunca esqueçam de olhar para a sua terra natal e busquem incessantemente influenciar a realização de mais parcerias com a Academia.                                                                                        
    Maio de 2015                                                                                                                                                  
    Aurelino Santos Jr
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  • Angela Serra Sales Motivo de muito orgulho pra nós! Que beleza!
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  • Ubiratan Maciel Que honra para nós paraenses e para os brasileiros. Parabéns à Ana Cristina Galucio.
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  • E meus amigos,,,,,, se tivesse ficado aqui estaria de pires na mão pedindo financiamento pra fazer pesquisa,por isso sempre falo, cientistas, artistas, qualquer um que pense,,, a saida e sair fora ou se. imbecilizar!!!
  • Laércio De Sousa Junior Prezado primo Aurelino Santos Jr emociono-me com sua emoção, orgulho termos brasileiras assim, tudo isso corrobora com minhas crenças, dentre elas, a de que a educação muda vidas. O Brasil ainda de costas para esse sonho perde cérebros estratégicos, ingredientes essenciais para sua própria mudança. Individualmente, somos de igual para igual, no mundo. Mas somente seremos potência quando estivermos juntos. Por enquanto, o gigante segue na lanterna de todos os rankings de competitividade. Abraços!


  • Antonio Pereira · Amigo(a) de Dolores CoelhoEspetáculo.

  • Luiz Braga · Amigo de Enilda Gama e outras 30 pessoasUfa! Uma notícia ótima! Nesse mar de lama de corrupção que assola o Brasil um verdadeiro alento! Parabéns para Ana Cristina, que como tantos paraenses, brilha e supera os obstáculos que nós tão bem conhecemos e afirma aquilo que nós também sabemos: educação é tudo!!! Exemplo a ser reverberado! Admirado! Aplaudido!
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domingo, 15 de fevereiro de 2015

DECISÃO GEOPOLITICA RELEVANTE - O CONSELHO DE ESTADO DA REPÚBLICA POPULAR DA CHINA ANUNCIOU POLÍTICA DE APOIO A INVESTIMENTOS DIRETOS NO EXTERIOR NA ÁREA DE SIDERURGIA E DE METAIS NÃO FERROSOS

ACORDO INDUSTRIAL CHINA-BRASIL

INDÚSTRIA DE BASE, ALTERNATIVA PARA A RETOMADA DO CRESCIMENTO BRASILEIRO


PROJETO TRANSUL, UMA SAÍDA QUASE ÚNICA PARA A SITUAÇÃO DE ESTAGNAÇÃO DA ECONOMIA BRASILEIRA


UM COLAR DE SIDERÚRGICAS NAS REGIÕES NORTE E CENTRO-OESTE, EM RAZÃO DA PROXIMIDADE DE UMA DAS MAIORES RESERVAS POLIMINERAIS DO MUNDO, DISPONIBILIDADE DE ÁGUA E ENERGIA E PROXIMIDADE DE ESCOAMENTO, VIA FLUVIAL, A PORTOS DE GRANDE CAPACIDADE.




  CLUBE DE ENGENHARIA DO RIO DE JANEIRO -18.12.2014



https://www.youtube.com/watch?v=7BDjqQ-zk5o



EM DECISÃO QUE PODE VIABILIZAR NO PAÍS O MAIOR E MELHOR ESTRUTURADO PROGRAMA DE INVESTIMENTOS EM INDÚSTRIAS BÁSICAS, O CONSELHO DE ESTADO DA REPÚBLICA POPULAR DA CHINA ANUNCIOU APOIO A INVESTIMENTOS DIRETOS NO EXTERIOR, PELAS SUAS INDÚSTRIAS SIDERÚRGICAS E DE METAIS NÃO FERROSOS E DA ÁREA DE CONSTRUÇÃO E TRANSPORTE.


É A DEIXA CHINESA PARA O PROJETO TRANSUL, DE SIDERURGIA  E METALURGIA QUE UM GRUPO DE ESPECIALISTAS EM TORNO DA COPPE/URFJ, DO INSTITUTO INTERSUL E DO CLUBE DE ENGENHARIA DO RIO DE JANEIRO, APRESENTADO NO FINAL DO ANO DE 2014.

O PROJETO CONTITUI A IMPLANTAÇÃO DE UM COLAR DE SIDERÚRGICAS NAS REGIÕES NORTE E CENTRO-OESTE DO BRASIL. 

A ALTERNATIVA POR ESSAS REGIÕES JUSTIFICA-SE PELA PROXIMIDADE COM UMA DAS MAIORES RESERVAS MINERAIS DO PLANETA NUM LOCAL COM ABUNDÂNCIA DE ÁGUA, FONTES PRÓXIMAS DE ENERGIA ELÉTRICA E PROXIMIDADE COM OS PORTOS DE ALCANCE MARÍTIMO, POR VIA FLUVIAL OU FÉRREA E AUTOSSUSTENTABILIDADE AMBIENTAL.

NO ENTANTO, EMBORA O PAÍS, PELO ASPECTO DA PRESERVAÇÃO AMBIENTAL, JÁ DISPONHA DE UMA LEGISLAÇÃO ESTRUTURADA E ABRANGENTE, BEM COMO ACESSO À TECNOLOGIAS QUE PODEM MINORAR SUBSTANCIALMENTE OS IMPACTOS FÍSICOS, DESDE QUE SEJAM REALIZADOS OS INVESTIMENTOS PARA TAL, OS DANOS MAIS PERVERSOS PODERÃO OCORRER NAS RELAÇÕES COM AS POPULAÇÕES TRADICIONAIS, CUJA TÔNICA, ATÉ AQUI, TEM SIDO MARCADA POR PERMANENTES CONFLITOS COM EFEITOS DELETÉRIOS E ATÉ NEFASTOS PARA ESSAS COMUNIDADES. DAÍ A IMPORTÂNCIA DA MOBILIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL E O INAFASTÁVEL PAPEL QUE OS GOVERNOS TÊM EM ASSUMIR A SIMPLES CONDIÇÃO DE "SER GOVERNO" COM VISTAS A TENTAR EQUILIBRAR AS ENORMES E RENITENTES DESVANTAGENS QUE ESSE CONVÍVIO SÓI TEM APRESENTADO.

PORTANTO, É FUNDAMENTAL QUE OS "VENTOS" DOS INVESTIMENTOS QUE PODERÃO "SOPRAR" AQUINHOEM  AS POPULAÇÕES LOCAIS COM A GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA E CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL QUE AUMENTE, SOBREMANEIRA, AS POSSIBILIDADES E OPORTUNIDADES DE MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA.

SUPERADAS ESSAS DECORRÊNCIAS, AÍ SIM PODER-SE-Á USUFRUIR DE UMA EFETIVA PROSPERIDADE SOCIOECONÔMICA COM ESSES EMPREENDIMENTOS.   
COPPE/UFRJ* É REFERÊNCIA NACIONAL NA ÁREA DE PESQUISA TECNOLÓGICA E MAIOR CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO E ENGENHARIA DA AMÉRICA LATINA.

*Link: http://www.coppe.ufrj.br/coppe/apresentacao.htm


Excertos do texto adiante reproduzido:


"Nossa única dúvida inicial em relação ao Projeto era a reação chinesa a uma eventual proposta brasileira para sua viabilização. Essa dúvida foi dissipada agora pelo Conselho de Estado abrindo caminho para negociações concretas que espero sejam imediatamente propostas pelo Governo brasileiro. Na essência, o Projeto Transul se propõe a articular uma aliança estratégica entre o Brasil e a China, a ser oportunamente estendida a outros países da América do Sul e dos BRICS, no sentido de vincular a retomada do desenvolvimento industrial brasileiro aos programas de exportação e de controle ambiental chineses. Seu objetivo específico consiste em propor à China o outsourcing parcial dos metais, de forma a que o aumento do consumo chinês de metais, no futuro, tendo em vista inclusive a construção anunciada de 30 megalópoles até 2030, seja atendido por produção desses metais no Brasil por empresas brasileiras, ou sino-brasileiras. O Conselho de Estado, como visto, abriu essa possibilidade."


"A construção com apoio chinês de um colar de siderúrgicas e metalúrgicas, especialmente na Região Norte e Centro-Oeste onde não falta água e o suprimento de energia pode ser facilmente viabilizado, representaria a oportunidade para a retomada da economia brasileira a altas taxas."



POSTAGEM RELACIONADA:


Texto reproduzido:
“J. Carlos de Assis*
 Em decisão que pode ajudar a viabilizar no Brasil o maior programa de investimentos em indústrias básicas desde o II Plano Nacional de Desenvolvimento, o Conselho de Estado da China anunciou política de apoio a investimentos diretos no exterior por parte das indústrias siderúrgica e de metais não ferrosos, além de construção e transporte. É a deixa chinesa para o Projeto Transul, de siderurgia e metalurgia, que um grupo de especialistas em torno da Coppe/UFRJ, do instituto Intersul e do Clube de Engenharia vem propondo desde o ano passado em conversas com empresários do setor e funcionários do Governo.

O Projeto Transul surgiu no âmbito da Conferência BRICS no Século XXI, em maio do ano passado, no Rio, a partir da constatação de que  a A América do Sul e o Brasil em particular ressentem-se da queda tendencial das taxas de crescimento econômico que, no caso brasileiro, refletiram o esgotamento de um ciclo de consumo que afetou seriamente a demanda agregada e o investimento. Com a redução de preços e quantidades exportadas de commodities minerais e agrícolas, as posições anteriormente superavitárias na balança comercial diminuíram drasticamente e em muitos casos transformaram-se em déficit, o que agravou sensivelmente os déficits em conta corrente com o exterior, reduzindo o espaço de manobra da política macroeconômica.

Nossa alternativa é intensificar o esforço exportador. Contudo, estamos limitados, do lado das commodities minerais e agrícolas, pelo cenário internacional de recessão ou baixo crescimento em todos os países industrializados avançados. A China tem sido a exceção, mas ela própria sente os efeitos da desaceleração da economia. A produção e exportação de manufaturas pelo país esbarra, a seu turno, na concorrência chinesa e na situação de deflação na Europa e no Japão. Com isso, só resta ao Brasil intensificar a exploração e industrialização de recursos naturais e agrícolas, em base autossustentável, de forma a alavancar o seu desenvolvimento.

A China consegue manter um ritmo invejável de crescimento econômico, contribuindo dessa forma para aliviar a crise econômica mundial. Entretanto, com base em fontes chinesas confiáveis, sabemos que o país se defronta com sérios problemas de poluição, especialmente em suas metrópoles, e de aguda escassez de água. A preocupação do Governo chinês com essa situação está espelhada num programa de recuperação e preservação ambiental de mais de 600 bilhões de dólares em cinco anos. O recente acordo com os EUA também denota o sentido de responsabilidade que a liderança chinesa tem em relação às questões ambientais.

Nossa única dúvida inicial em relação ao Projeto era a reação chinesa a uma eventual proposta brasileira para sua viabilização. Essa dúvida foi dissipada agora pelo Conselho de Estado abrindo caminho para negociações concretas que espero sejam imediatamente propostas pelo Governo brasileiro. Na essência, o Projeto Transul se propõe a articular uma aliança estratégica entre o Brasil e a China, a ser oportunamente estendida a outros países da América do Sul e dos BRICS, no sentido de vincular a retomada do desenvolvimento industrial brasileiro aos programas de exportação e de controle ambiental chineses. Seu objetivo específico consiste em propor à China o outsourcing parcial dos metais, de forma a que o aumento do consumo chinês de metais, no futuro, tendo em vista inclusive a construção anunciada de 30 megalópoles até 2030, seja atendido por produção desses metais no Brasil por empresas brasileiras, ou sino-brasileiras. O Conselho de Estado, como visto, abriu essa possibilidade.

As vantagens para a China em termos de controle de poluição e de economia no consumo de água seriam evidentes. A perda em emprego seria irrelevante, tendo em vista que a produção no Brasil (ou na América do Sul) substituiria apenas um elo na produção e uso do aço e de outros metais, ficando a cadeia superior de manufatura intocada, e virtualmente livre de atividade poluidora.  O Brasil, a seu turno, se beneficiaria da geração de emprego, da agregação de valor às matérias primas (inclusive petróleo), e, sobretudo, da contribuição da produção e exportação de metais para a estabilização do balanço de pagamentos.

O investimento produtivo no Brasil poderia ser arquitetado na base de Project finance, isto é, seria contratada com a China venda futura a longo prazo dos metais a serem produzidos por cada uma das empresas, exclusivamente para exportação, sendo que esses contratos seriam utilizados como garantia do financiamento por bancos chineses ou pelo futuro Banco dos BRICS. Brasil e China se comprometeriam a garantir tecnologia de controle ambiental no estado da arte para as empresas a serem construídas, assim como a promover as melhores políticas sociais vinculadas ao Projeto. E ao Brasil competiria assegurar a infraestrutura logística do sistema com garantia dos financiamentos, por exemplo, pela CIDE combustíveis. 

Se o programa chinês de controle e preservação ambiental contemplar a desativação de siderúrgicas e outras metalúrgicas tecnologicamente obsoletas, poderia se estabelecer um mecanismo compensatório pelo qual à desativação de uma usina na China corresponderia a construção de usina com capacidade produtiva equivalente, não poluidora, no Brasil. Em consequência, o balanço ambiental seria altamente positivo em termos mundiais. O fato de que o mercado de aço, atualmente, esteja super-ofertado não afeta a lógica do programa, exceto se a China reduzir drasticamente seu crescimento, o que não é provável. Ao contrário, a decisão do Conselho de Estado é no sentido de ampliar a produção no exterior.

A construção com apoio chinês de um colar de siderúrgicas e metalúrgicas, especialmente na Região Norte e Centro-Oeste onde não falta água e o suprimento de energia pode ser facilmente viabilizado, representaria a oportunidade para a retomada da economia brasileira a altas taxas. Note-se que seriam empreendimentos com demanda garantida, ou seja, sem risco de mercado. A parte principal dos financiamentos seria proveniente da própria China, passando-se ao largo de nossas agruras fiscais. Ao contrário, na medida da entrada dos financiamentos haveria um efeito positivo permanente no balanço de pagamentos, inicialmente pela via dos recursos financeiros, e logo em seguida pela receita de exportações, contribuindo a médio prazo para redução significativa do déficit em conta corrente – nosso maior gargalo econômico.

*Economista, doutor em Engenharia de Produção pela Coppe/UFRJ, professor de Economia Internacional da UEPB."


LANÇAMENTO DO PROJETO TRANSUL

Clube de Engenharia do Rio de Janeiro-RJ:
http://www.portalclubedeengenharia.org.br/

Link da matéria: http://brics21.com.br/?p=63
Vídeo: José Carlos Assis
https://www.youtube.com/watch?v=7BDjqQ-zk5o

PROJETO TRANSUL, UMA SAÍDA QUASE ÚNICA PARA A SITUAÇÃO DE ESTAGNAÇÃO DA ECONOMIA BRASILEIRA

PARTE CENTRAL (NÚCLEO) DA PALESTRA DO ECONOMISTA JOSÉ CARLOS DE ASSIS PROFERIDA NO CLUBE DE ENGENHARIA DO RIO DE JANEIRO.

https://www.youtube.com/watch?v=7BDjqQ-zk5o


INTEIRO TEOR DA PALESTA, COM MANIFESTAÇÃO DA PLATEIA E RESPOSTA DO PALESTRANTE NO LINK:

https://www.youtube.com/watch?v=Q3C4h...



ENTREVISTAS DO ECONOMISTA JOSÉ CARLOS DE ASSIS


Agenda Econômica - Acordo Brasil-China


Publicado em 9 de mar de 2015

O programa traz entrevista com o economista e professor José Carlos de Assis, presidente do Intersul, para explicar os impactos que o acordo produtivo entre Brasil e China, denominado Transul, pode trazer aos dois países.
Publicado na internet em 3/5/2015


https://www.youtube.com/watch?v=3o5tQtSNqo4




Publicado em 9 de mar de 2015

O programa traz entrevista com o economista e professor José Carlos de Assis, presidente do Intersul, para explicar os impactos que o acordo produtivo entre Brasil e China, denominado Transul, pode trazer aos dois países.

Publicado na internet em 3/5/2015

https://www.youtube.com/watch?v=imL8n6UhvGo






Coppe/UFRJ

http://www.coppe.ufrj.br/index.html


Alberto Luiz Galvão Coimbra, idealizador e fundador da Coppe/UFRJ
http://www.coppe50anos.com.br/pt/destaque/alberto-coimbra-o-sonho-do-brasil-independente

Vídeo institucional do Coppe/Ufrj:
https://www.youtube.com/watch?v=YiHitpSyvFU&feature=youtu.be







CLUBE DE ENGENHARIA DO RIO DE JANEIRO


NOTÍCIA 22/12/2014

Eixo Brasil-China: a retomada do desenvolvimento via BRICS


http://www.portalclubedeengenharia.org.br/info/eixo-brasil-china-a-retomada-do-desenvolvimento-via-brics


NOTÍCIA 12/01/2015

Projeto Transul: Articulação Brics-Unasul como alavanca do desenvolvimento brasileiro


http://portalclubedeengenharia.org.br/info/projeto-transul-articulacao-brics-unasul-como-alavanca-do-desenvolvimento-brasileiro



Links relacionados:

NAVEGAÇÃO NAS FRONTEIRAS DO PENSAMENTO

http://navegacoesnasfronteirasdopensamento.blogspot.com.br/2015/02/decisao-da-china-viabiliza-retomada-do.html

CENTRO CELSO FURTADO

http://www.centrocelsofurtado.org.br/congresso2014/interna.php?ID_M=130